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	<title>pós-modernidade - SuperSim</title>
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		<title>Herança da Escassez: o Jeitinho Financeiro Brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Japiassú]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Pessoas]]></category>
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<div class="ss-body">
<p><small>A Alma do Crédito no Brasil — Post 1 de 3</small></p>
<h1>Cultura do crédito no Brasil: a herança da escassez</h1>
<div class="ss-intro">
<p>O brasileiro aprendeu a desconfiar do amanhã. Não foi frescura, não foi falta de responsabilidade. Foi sobrevivência. Décadas de inflação fora de controle, banco que não abria conta pra todo mundo e um Estado que cobrava imposto mas entregava pouca rede de proteção de verdade. Esse passado ainda vive no jeito que o Brasil lida com dinheiro hoje.</p>
</div>
<div class="ss-toc">
<details>
<summary>O que você vai encontrar aqui</summary>
<ol>
<li><a href="#dinheiro-que-derretia">O dinheiro que derretia nas mãos</a></li>
<li><a href="#viver-o-hoje">Gastar hoje não era irresponsabilidade</a></li>
<li><a href="#sem-rede">Quando ninguém te dava crédito, você pedia pra um conhecido</a></li>
<li><a href="#exclusao">O banco que não era para todo mundo</a></li>
<li><a href="#nome-sujo">Nome sujo: a culpa que não é sua</a></li>
<li><a href="#o-que-mudou">O que mudou com o crédito online</a></li>
<li><a href="#educacao">Educação financeira sem contexto não cola</a></li>
</ol>
</details>
</div>
<figure class="ss-figure">
<img fetchpriority="high" src="https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2026/03/heranca-escassez-credito-brasil.jpg" alt="Pessoa olhando para a cidade ao entardecer, representando a relação histórica do brasileiro com o dinheiro e o crédito" class="ss-img-hero" width="800" height="350" loading="eager" decoding="async"><br />
</figure>
<p>Tem uma vergonha silenciosa que muita gente carrega quando o assunto é dinheiro.</p>
<p>A sensação de que dever é fraqueza. Que não conseguir guardar nada no fim do mês é culpa sua. Que quem tem o nome sujo fez alguma coisa errada.</p>
<p>Mas se você parar e olhar a história do país, vai ver que essa culpa foi construída. Não nasceu do nada. Ela veio de décadas de inflação absurda, de um sistema bancário que não foi feito para incluir todo mundo, e de um jeito de viver onde planejar o futuro era, durante muito tempo, coisa de ingênuo.</p>
<p>Antes de falar de crédito, de nome sujo, de taxa de juros, é preciso falar de onde veio tudo isso. Porque o Brasil de hoje faz sentido quando você conhece o Brasil de antes.</p>
<h2 id="dinheiro-que-derretia">O dinheiro que derretia nas mãos</h2>
<p>Imagine receber o salário numa sexta-feira e precisar correr ao mercado antes que os preços mudassem até segunda.</p>
<p>Era isso que acontecia.</p>
<p>Nos anos 1980 e começo dos anos 1990, a inflação no Brasil era um caso fora do normal. Não era 10% ao ano como você ouve hoje nas notícias. Era 80% ao mês. Às vezes mais.</p>
<div class="ss-stat">
<strong>84,32% de inflação em um único mês</strong><br />
<span>Fevereiro de 1990, um mês antes do Plano Collor. Quem guardasse R$100 em janeiro teria menos de R$20 de poder de compra ao final do ano. Dado: <small><a href="https://www.ibge.gov.br/explica/inflacao.php" rel="nofollow noopener noreferrer" target="_blank">IBGE</a></small>.</span>
</div>
<p>Guardar dinheiro nesse contexto era literalmente jogar fora. Cada real parado perdia valor enquanto ficava quieto. Comprar antes que o preço subisse não era impulso. Era a decisão certa.</p>
<div class="ss-hist">
<span class="ss-hist-label">📊 Para situar</span></p>
<p>Entre 1980 e 1994, o Brasil trocou de moeda cinco vezes: Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro Real, até chegar ao Real em 1994. Cada troca vinha com um plano de estabilização. Nenhum durou tempo suficiente para as pessoas aprenderem a confiar.</p>
</div>
<p>O Plano Real de 1994 finalmente segurou a inflação. Mas não deu para apagar 15 anos de aprendizado. Quando o ambiente te ensina que o amanhã é incerto, você não muda esse instinto do dia para a noite.</p>
<h2 id="viver-o-hoje">Gastar hoje não era irresponsabilidade</h2>
<p>Existe um julgamento que o brasileiro recebe até hoje: que gasta sem pensar, que não poupa, que não planeja. Que é irresponsável.</p>
<p>Esse julgamento ignora o que aconteceu.</p>
<div class="ss-destaque">Quando poupar significava perder dinheiro, gastar era a escolha inteligente. Não era falta de controle. Era lógica pura.</div>
<p>Trocar o dinheiro em papel por uma geladeira, um fogão, qualquer bem que mantivesse valor. Antecipar o consumo antes do preço subir. Priorizar o agora porque o depois nunca foi confiável.</p>
<p>Esse jeito de lidar com dinheiro não desapareceu com um decreto. Ele foi passado de pais para filhos, embutido no cotidiano, normalizado. E quando a estabilidade veio, o hábito já tinha raiz.</p>
<p>A desconfiança do amanhã ficou. E com ela, uma relação com o dinheiro que prioriza o presente porque o longo prazo, historicamente, sempre reservou alguma surpresa ruim.</p>
<h2 id="sem-rede">Quando ninguém te dava crédito, você pedia pra um conhecido</h2>
<p>Nos países com rede de proteção social de verdade, o crédito é uma ferramenta de crescimento. Você pega empréstimo para investir, para expandir, para comprar a casa própria. A ideia de pegar crédito para sobreviver parece estranha.</p>
<p>No Brasil, a história foi diferente.</p>
<p>O <a href="https://flashapp.com.br/blog/quem-tem-direito-seguro-desemprego" target="_blank">seguro-desemprego</a> sempre teve prazo curto e exigiu carteira assinada. Quem trabalhava por conta própria, fazia bico, trabalhava em casa sem registro, estava por fora. E quando o dinheiro acabava antes do fim do mês, as opções eram poucas:</p>
<ul class="ss-lista">
<li>Pedir emprestado para familiar ou amigo, com toda a tensão que isso carrega</li>
<li>Recorrer à financeira do bairro, que cobrava juros que nenhum banco regulamentado ousaria cobrar</li>
<li>Apelar para o agiota, sem contrato, sem proteção, sem saída fácil</li>
</ul>
<p>Existia também o caderno de fiado. O dono do mercadinho anotava o que você devia e cobrava no final do mês. Sem taxa de juros declarada, sem contrato, baseado inteiramente em confiança e reputação.</p>
<div class="ss-hist">
<span class="ss-hist-label">⏳ Contexto</span></p>
<p>Esse sistema informal de crédito foi, durante décadas, a única opção real para milhões de brasileiros. O <small><a href="https://www.bcb.gov.br" rel="nofollow noopener noreferrer" target="_blank">Banco Central do Brasil</a></small> reconhece que o mercado de crédito informal sempre foi expressivo no país, especialmente onde o sistema bancário formal simplesmente não chegava.</p>
</div>
<p>O crédito virou rede de sobrevivência. Uma função que, em outros países, é do Estado. Aqui, foi sendo preenchida por quem estava por perto e topava ajudar, com as condições que conseguia impor.</p>
<p>No próximo post desta série, vamos falar mais sobre esse caminho: do caderno de fiado ao Pix, como a confiança foi se construindo e se transformando ao longo do tempo.</p>
<h2 id="exclusao">O banco que não era para todo mundo</h2>
<p>Ter conta em banco, no Brasil, foi por muito tempo uma coisa de gente com emprego formal, com endereço fixo, com documentação que o sistema aceitava.</p>
<p>Em 2017, o Banco Mundial estimava que ainda havia dezenas de milhões de adultos brasileiros sem nenhuma conta bancária. Sem conta, sem acesso ao crédito formal. E sem crédito formal, as únicas opções eram as caras e as perigosas.</p>
<div class="ss-stat">
<strong>Sem conta. Sem histórico. Sem chance.</strong><br />
<span>Sem contracheque, sem endereço verificável, sem histórico bancário, a resposta dos grandes bancos era quase sempre não. Aí essas pessoas iam buscar crédito onde encontravam. E pagavam mais caro por isso.</span>
</div>
<p>Esse ciclo tem nome técnico: exclusão financeira. Na vida prática, significa uma coisa simples e cruel: quem já tem menos dinheiro paga mais caro pelo crédito. E esse crédito mais caro aprofunda a dificuldade.</p>
<p>Não é falta de sorte. É uma armadilha estrutural que demorou décadas para começar a se abrir.</p>
<h2 id="nome-sujo">Nome sujo: a culpa que não é sua</h2>
<div class="ss-stat">
<strong>72 milhões de brasileiros negativados</strong><br />
<span>Esse foi o número registrado pelo Serasa Experian no pico pós-pandemia. Setenta e dois milhões. Não dá pra olhar pra esse número e tratar o assunto como questão de caráter individual.</span>
</div>
<p>Na grande maioria dos casos, o nome sujo chega assim:</p>
<ul class="ss-lista">
<li>O emprego acabou e a conta não esperou</li>
<li>Alguém na família ficou doente e o dinheiro foi todo pra tratamento</li>
<li>Uma separação deixou dívidas que eram de dois mas ficaram com um</li>
</ul>
<p>Faz parte da vida. Faz parte da vida de qualquer pessoa que não tem reserva, que não tem família rica para socorrer, que depende do salário do mês para chegar ao próximo.</p>
<p>O sistema de crédito tratou a negativação como marca permanente. Uma punição que durava anos, que fechava portas, que deixava a pessoa sem saída. Como se estar endividado fosse uma escolha moral, não o resultado de circunstâncias que pouca gente consegue controlar sozinha.</p>
<div class="ss-destaque">Fechar todas as portas para quem está negativado não é prudência financeira. É empurrar dezenas de milhões de pessoas para o crédito informal, mais caro, menos protegido.</div>
<p>Isso começa a mudar. Hoje há opções de <a href="https://www.supersim.com.br/emprestimo-online-para-negativados/">crédito para negativados</a> que analisam a pessoa por completo, não só por um registro velho de inadimplência. Cada pedido é avaliado individualmente. Crédito sujeito à aprovação.</p>
<h2 id="o-que-mudou">O que mudou com o crédito online</h2>
<p>A chegada das fintechs no Brasil, a partir dos anos 2010, não foi só tecnologia nova. Foi uma pergunta diferente sendo feita: por que tantos brasileiros ficam de fora do crédito formal?</p>
<p>A resposta que os bancos tradicionais davam era simples: risco alto. Sem histórico bancário, sem comprovante de renda formal, a pessoa não entrava no modelo.</p>
<p>As fintechs trouxeram outro modelo.</p>
<ul class="ss-lista">
<li>Análise com centenas de variáveis além do score de crédito</li>
<li>Processo 100% pelo celular, sem agência, sem fila</li>
<li>Resposta em minutos, não em dias</li>
<li>Acesso para autônomos, <a href="https://flashapp.com.br/blog/trabalho-sem-registro" target="_blank">trabalhadores informais</a>, negativados</li>
</ul>
<p>Para quem viveu décadas sendo recusado pelo sistema formal, isso foi uma abertura concreta. O <a href="https://www.supersim.com.br/emprestimo-pessoal/">empréstimo pessoal online</a> chegou onde o banco nunca chegou.</p>
<p>Não é perfeito. Crédito fácil sem consciência pode virar mais um problema. Mas a porta foi aberta. E isso importa.</p>
<h2 id="educacao">Educação financeira sem contexto não cola</h2>
<p>Existe um conselho que a gente ouve muito: poupe mais, gaste menos, planeje o futuro.</p>
<p>Esse conselho não é errado. Mas é incompleto. E quando é dado sem reconhecer o que essa pessoa viveu, soa como julgamento.</p>
<p>Falar de poupança para alguém que cresceu vendo o dinheiro derreter é diferente de falar de poupança para quem cresceu em estabilidade. Falar de planejamento para quem nunca teve conta em banco é diferente de falar para quem sempre teve cartão de crédito na carteira.</p>
<div class="ss-destaque">A herança da escassez não é desculpa para nada. Mas é o contexto que falta em quase toda conversa sobre dinheiro no Brasil.</div>
<p>Quem entende de onde vieram esses hábitos consegue trabalhar com eles de outra forma. Sem julgamento. Com mais paciência e mais respeito pelo que a pessoa já superou só de chegar até aqui.</p>
<p>O Brasil de 2026 não é o Brasil de 1990. A inflação está sob controle, o crédito formal chegou a mais gente, o sistema bancário ficou menos excludente. Ainda tem muito a mudar. Mas o caminho é diferente do que era.</p>
<p>Entender essa história é o primeiro passo para qualquer conversa honesta sobre dinheiro. Sem culpa. Com clareza.</p>
<div class="ss-proximo">
<p>Próximo post da série</p>
<p><strong>Do &#8220;Caderno da Venda&#8221; ao Pix: a evolução da confiança</strong><br />
<span>O fiado do mercadinho funcionava sem contrato. O banco pedia documento atrás de documento. Entre um e outro, surgiu uma forma completamente diferente de confiar em quem pede crédito. O Post 2 conta como essa transição aconteceu.<br /><a href="https://www.supersim.com.br/blog/emprestimo-negativado-liberado-hora-evolucao/"><b>Veja mais sobre a revolução tecnológica</b></a></span>
</div>
<div class="ss-faq-sec">
<h2 id="perguntas-frequentes">Dúvidas frequentes</h2>
<details>
<summary>O que moldou a cultura do crédito no Brasil?</summary>
<div class="ss-answer">
<p>Décadas de inflação alta, exclusão bancária e falta de proteção social para trabalhadores informais. O brasileiro aprendeu a usar o crédito para sobreviver, não para crescer. E o estigma da dívida virou culpa individual quando deveria ser lido como resultado de um sistema que nunca foi feito para incluir todo mundo.</p>
</div>
</details>
<details>
<summary>Por que tantos brasileiros ficam com o nome sujo?</summary>
<div class="ss-answer">
<p>Na maioria dos casos, o nome sujo chega depois de um imprevisto: desemprego que durou mais que o esperado, doença na família, separação. Com pouca reserva e pouca rede de apoio, uma emergência basta para gerar inadimplência. Não é questão de irresponsabilidade, é questão de contexto.</p>
</div>
</details>
<details>
<summary>Negativado consegue crédito hoje?</summary>
<div class="ss-answer">
<p>Sim, em algumas fintechs. A SuperSim analisa o perfil completo do solicitante, não só o score de crédito. Estar negativado não impede a análise. Cada pedido é avaliado individualmente. Crédito sujeito à aprovação.</p>
</div>
</details>
<details>
<summary>O crédito online é seguro?</summary>
<div class="ss-answer">
<p>Fintechs regulamentadas pelo Banco Central do Brasil seguem as mesmas regras das instituições financeiras tradicionais. A SuperSim é correspondente bancário autorizado pelo BCB, CNPJ 33.030.944/0001-60. Antes de contratar, confirme a regularização no site do Banco Central.</p>
</div>
</details>
<details>
<summary>O que muda quando o crédito vem de uma fintech?</summary>
<div class="ss-answer">
<p>O processo é 100% online, sem filas e sem agência. A análise considera dados além do score tradicional, abrindo espaço para perfis que os bancos historicamente recusavam: autônomos, informais, negativados. Quando aprovado, o dinheiro cai via Pix em minutos.</p>
</div>
</details>
</div>
<div class="ss-cta-post">
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</div>
<div class="ss-disclaimer">
<p><strong>Aviso legal:</strong> Este conteúdo é informativo e não representa consultoria financeira ou jurídica. Dados históricos e estatísticos são de fontes públicas e podem ter variado. A SuperSim é correspondente bancário regulamentado pelo Banco Central do Brasil, CNPJ 33.030.944/0001-60. Taxas, prazos, valores e condições de aprovação variam conforme o perfil do solicitante e estão sujeitos à análise de crédito individual. Crédito não garantido. Consulte as condições completas em supersim.com.br. Atualizado em março de 2026.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é cashback? Saiba como funciona e suas vantagens</title>
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					<comments>https://www.supersim.com.br/blog/o-que-e-cashback/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Caio Japiassú]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 20:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas Supersim]]></category>
		<category><![CDATA[cashback]]></category>
		<category><![CDATA[formas de ganhar dinheiro na internet]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro agora na conta]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[O que significa cashback?]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[pós-modernidade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para descobrir como conseguir cashback em suas compras, você precisa conferir este post agora mesmo! Você sabe o que é cashback? Provavelmente, você já deve ter ouvido falar sobre essa palavra nos últimos tempos, já que se trata de uma tendência que recebe cada vez mais adeptos ao redor do Brasil e do mundo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Para descobrir como conseguir cashback em suas compras, você precisa conferir este post agora mesmo!</h1>
<p>Você sabe o que é cashback? Provavelmente, você já deve ter ouvido falar sobre essa palavra nos últimos tempos, já que se trata de uma tendência que recebe cada vez mais adeptos ao redor do Brasil e do mundo.</p>
<p>O cashback é uma modalidade que oferece benefícios tanto aos clientes de um estabelecimento quanto para as empresas que aderem a ele, pois se trata de um benefício que estimula a compra.</p>
<p>Pensando em ajudar a descobrir se o cashback compensa, preparamos este post para que você descubra as principais informações relacionadas ao tema. Continue a leitura e confira os detalhes. Não perca!</p>
<h2>O que é cashback?</h2>
<p>Cashback é uma palavra em inglês que quer dizer dinheiro de volta. Ou seja, quando o <a href="https://www.supersim.com.br/blog/promocao-dia-do-cliente/" target="_blank" rel="noopener">cliente</a> realiza uma compra em um estabelecimento que tem um programa de cashback, ele recebe de volta uma parte do dinheiro que gastou no local.</p>
<p>Esse tipo de programa de recompensa, que é uma grande tendência e cresce cada vez mais, já é muito popular em países como o Reino Unido e os Estados Unidos. No geral, ele é usado por empresas de <a href="https://www.supersim.com.br/blog/cartao-credito-para-negativado/" target="_blank" rel="noopener">cartão de crédito</a>.</p>
<h3>Como é feito o cashback?</h3>
<p>A execução da estratégia do cashback se assemelha a dos programas de pontos que são oferecidos por diferentes empresas da área de varejo, sendo que a operação ocorre por meio de intermediárias entre o consumidor e a loja.</p>
<p>Na prática, um negócio que vende roupas online e deseja oferecer o programa de cashback aos seus clientes, por exemplo, precisa procurar por uma empresa para intermediar essas transações de devolução de dinheiro.</p>
<p>Além disso, para que o cliente possa usufruir dos benefícios, ele também deve ter um cadastro na empresa parceira responsável pelo cashback. Dessa forma, ao começar a fazer compras, é possível acumular os valores em uma conta virtual.</p>
<h3>E como funciona a porcentagem?</h3>
<p>A recompensa é definida pelo estabelecimento, podendo variar de 1% a até 50% em algumas ocasiões especiais e promocionais. Para que um negócio se torne parceiro de uma empresa de cashback, é necessário repassar uma comissão para ela, sendo que esse valor deve ser dividido com o consumidor, uma vez que é dessa maneira que as plataformas intermediadoras conseguem obter lucro.</p>
<p>É preciso saber, ainda, que, dependendo do programa de cashback, os bônus gerados pelo cliente em determinados estabelecimentos, em geral, podem ser utilizados em outras lojas do mesmo ramo ou não.</p>
<p>É válido ressaltar que o cashback não é a mesma coisa que um cupom de desconto, pois enquanto o primeiro devolve uma parte do valor que foi gasto pelo cliente, o segundo consiste em um código que é disponibilizado pelo estabelecimento para conceder um desconto extra ao consumidor durante uma compra online e, portanto, a quantia já é abatida do valor total no momento da aquisição.</p>
<h2>Quais são os principais tipos de cashback?</h2>
<div align="center"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-6502 size-large" src="/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss-1024x576.jpg" alt="cashback supersim" width="1024" height="576" srcset="https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss-1024x576.jpg 1024w, https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss-300x169.jpg 300w, https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss-768x432.jpg 768w, https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss-1536x864.jpg 1536w, https://www.supersim.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-que-eh-cashback-ss.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></div>
<p>Atualmente, há mais de um tipo de cashback. Enquanto algumas permitem apenas que o dinheiro recebido de volta fique guardado em uma carteira digital para abater o valor em novas compras, outras modalidades já permitem que o cliente receba o dinheiro de volta em sua conta.</p>
<p>Também existe o cashback social que costuma ser aderido por empresas que querem demonstrar o seu valor social aos consumidores. Nessa modalidade, em vez do dinheiro gasto retornar aos clientes, a quantia é destinada a instituições de caridade e causas sociais. O cliente costuma escolher a que deseja ajudar — como pessoas com câncer, crianças, animais, idosos etc. — e o valor é repassado ao órgão responsável.</p>
<h2>Quais são suas vantagens?</h2>
<p>Agora que você já sabe como funciona o cashback, chegou o momento de conhecer os seus benefícios. As suas vantagens para os clientes são visíveis e palpáveis, afinal, quem não quer receber uma parte do valor gasto de volta, não é mesmo?!</p>
<p>No entanto, a empresa que oferece esse benefício aos seus consumidores também pode obter diversos proveitos. Confira, a seguir, quais são eles!</p>
<h3>Fidelização de clientes</h3>
<p>Apesar de o programa de cashback não ser uma estratégia de fidelização de clientes, mas sim uma ação de recompensa para os consumidores, na prática, o fato de um estabelecimento oferecer vantagens ao seu público costuma fazer com que ele se torne fiel à marca por saber que vai obter recompensas em suas compras.</p>
<p>A fidelização ocorre porque o cashback é um diferencial competitivo das empresas, além de conceder uma vantagem clara e simples ao consumidor.</p>
<h3>Mais visibilidade à loja</h3>
<p>O cashback também pode ser usado como uma estratégia de divulgação para dar mais visibilidade a um estabelecimento, já que essa é uma maneira de demonstrar para as pessoas que ainda não conhecem o negócio quais são as vantagens de se tornar um cliente do local.</p>
<p>Além disso, esse tipo de programa estimula os clientes a falarem sobre a marca para os seus familiares e amigos e, ainda, há uma divulgação feita pelas plataformas de cashback acerca de suas lojas parceiras e, por isso, os usuários da plataforma passam a conhecer o local.</p>
<h3>Aumento da base de clientes</h3>
<p>Esse benefício tem relação direta com a visibilidade que a marca recebe, uma vez que a tendência é que, quanto mais indivíduos conheçam a loja, mais pessoas devem passar a consumir no local.</p>
<p>Isso ocorre, inclusive, porque muitas pessoas tendem a optar por determinado estabelecimento ou marca que oferece algum benefício — o que proporciona uma vantagem competitiva.</p>
<h3>Aumento das vendas</h3>
<p>Quando os clientes estão satisfeitos com uma marca, a tendência é que eles a consumam mais. Nesse sentido, o programa de cashback é uma boa forma de melhorar a satisfação dos clientes.</p>
<p>Além disso, ao estar cadastrado em programas de cashback, quanto mais você compra, mais ganha. Isso quer dizer que a tendência é que cada um gaste mais com o objetivo de receber mais vantagens como recompensa.</p>
<h3>Maior entendimento sobre o cliente</h3>
<p>Para se cadastrar em uma plataforma de cashback, o usuário deve oferecer diversos dados. Por isso, um negócio que faz parceria com uma dessas empresas passa a ter importantes informações sobre os seus clientes.</p>
<p>Também se torna possível rastrear melhor o comportamento de consumo dos clientes, uma vez que eles sempre vão se identificar ao realizarem uma compra com o objetivo de receberem o benefício.</p>
<p>As lojas também ganham com isso, já que, ao analisar essas informações, é possível promover ações promocionais cada vez mais efetivas, por exemplo, já que eles vão ter conhecimento acerca das necessidades e interesses de seu público.</p>
<h3>Oferecimento de benefícios</h3>
<p>Para que o usuário de plataformas de cashback saiba quais são as lojas parceiras e acompanhe o extrato de seus benefícios, ele pode instalar <a href="https://www.supersim.com.br/blog/app-para-ganhar-dinheiro/?originalReferer=www.supersim.com.br&amp;originalSource=www.supersim.com.br" target="_blank" rel="noopener">aplicativos</a> em seu smartphone e plugins para navegadores web.</p>
<p>Dessa maneira, ele pode saber a quantia exata que vai receber ao fazer uma compra em determinado estabelecimento, por exemplo. Isso aumenta a confiança por parte do cliente e a loja passa a ser vista como uma empresa que preza pela transparência das transações realizadas.</p>
<h2>Como conseguir cashback?</h2>
<p>Uma dúvida comum costuma ser: como conseguir cashback? Nesse tópico, vamos apresentar dicas valiosas para que você <a href="https://www.supersim.com.br/blog/como-ganhar-dinheiro-no-feriado/" target="_blank" rel="noopener">ganhe dinheiro</a>!</p>
<h3>Tenha foco</h3>
<p>Existem cartões de crédito que são uma porcentagem de cashback em todas as compras que são feitas nele. Por isso, concentrar todas as suas compras em um só cartão é uma boa dica para receber uma quantia maior.</p>
<p>Ao reunir o cashback em um único local, se torna possível acumular um valor maior e, ainda, é mais fácil administrar mensalmente o valor que vai ser recebido de volta. Para obter ainda mais vantagens e economizar, opte por usar um <a href="https://www.supersim.com.br/blog/melhores-cartoes-de-credito/" target="_blank" rel="noopener">cartão com anuidade grátis</a>.</p>
<h3>Escolha das lojas</h3>
<p>Mais uma dica é procurar prestar atenção em quais são as lojas, tanto físicas quanto online, que são parceiras do programa de cashback que você participa para optar por consumir em estabelecimentos que oferecem o dinheiro de volta.</p>
<p>Saber sobre o tema é importante para não perder dinheiro, afinal, se você pretende comprar um fogão novo para a sua cozinha, por exemplo, e dois estabelecimentos oferecem o mesmo modelo por valores equivalentes, é sempre melhor optar pela loja que oferece cashback.</p>
<h3>Procure acumular valores</h3>
<p>Após concentrar os <a href="https://www.supersim.com.br/blog/coisas-para-fazer-sem-dinheiro/" target="_blank" rel="noopener">gastos</a> no mesmo cartão e optar por consumir em lojas conveniadas, sempre que for possível é preciso começar a prestar atenção para as condições que são capazes de fazer com que você acumule mais pontos, como o momento ideal para trocar os créditos por dinheiro.</p>
<p>Existem aqueles que preferem receber os valores de cashback todos os meses para usá-los como uma <a href="https://www.supersim.com.br/blog/dinheiro-esquecido/" target="_blank" rel="noopener">renda extra</a>, enquanto outras pessoas optam por deixar os <a href="https://www.supersim.com.br/blog/credito-para-negativados/" target="_blank" rel="noopener">créditos</a> se acumularem para realizarem um resgate maior no final.</p>
<p>Ambas as estratégias podem ser vantajosas, a depender de seus objetivos. O mais importante é optar por uma linha clara de atuação e se concentrar nela para sempre ter um valor padrão em sua conta que seja possível usá-lo como receita.</p>
<p>Agora que você já sabe o que é cashback e conhece as suas vantagens, passe a usar essa ferramenta o quanto antes para usufruir de todos os seus benefícios. Ao usá-lo em conjunto com a <a href="https://www.supersim.com.br/blog/psicologia-financeira/" target="_blank" rel="noopener">psicologia financeira</a> é possível aumentar sua renda!</p>
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		<title>Psicologia financeira: conheça suas necessidades</title>
		<link>https://www.supersim.com.br/blog/psicologia-financeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Caio Japiassú]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 19:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[autorresponsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[pós-modernidade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Psicologia financeira A real necessidade da pós-modernidade Você já ouviu falar de psicologia financeira? Essa área estuda o comportamento humano em relação ao dinheiro e pode ser uma ótima ferramenta para entender porque você gasta e quais as melhores saídas para aprender a economizar e realizar seus sonhos. A verdade é que a maneira como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Psicologia financeira</h1>
<h2><span style="font-weight: 400;">A real necessidade da pós-modernidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já ouviu falar de psicologia financeira? Essa área estuda o comportamento humano em relação ao dinheiro e pode ser uma ótima ferramenta para entender porque você gasta e quais as melhores saídas para aprender a economizar e realizar seus sonhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que a maneira como pensamos e sentimos influencia muito a nossa vida financeira. Com toda a certeza você conhece alguém que </span><a href="https://blog.easycredito.com.br/2020/04/16/segurando-a-tentacao-4-dicas-para-controlar-os-gastos-por-impulso/"><span style="font-weight: 400;">anota todos os gastos e economiza nos centavos</span></a><span style="font-weight: 400;">, e ao mesmo tempo outra pessoa que esbanja e gasta sem pensar no amanhã, acumulando dívidas e mais dívidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria das pessoas está entre esses dois extremos, mas a psicologia financeira também é muito influenciada pela cultura. No Brasil, é comum que as pessoas não tenham muito controle financeiro e gastem sem poder.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontou que em fevereiro de 2021, 66% das famílias brasileiras estavam endividadas com o cartão de crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso reflete a falta de educação financeira, pois os juros do cartão de crédito são alguns dos mais altos. Mas também é um sinal de que nos comportamos de forma errada com relação ao cartão, fazendo dele uma extensão da nossa renda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você passa por isso e quer melhorar seu comportamento financeiro, veja algumas orientações:</span></p>
<h3><b>1 &#8211; Para onde meu dinheiro está indo?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para entender a sua psicologia financeira é mapear para onde o seu dinheiro está indo. A maioria dos nossos gastos é emocional e nos dizem muito sobre nossos anseios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Utilize planilhas, cadernos ou aplicativos para anotar todas as suas despesas. Isso pode ser difícil para muitas pessoas, mas faça um esforço para mapear pelo menos as despesas de um mês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você verá que existem alguns gastos supérfluos repetitivos, e que pode inclusive acontecer sempre no mesmo horário. Lembre-se do momento em que fez essa compra e analise: o que eu estava sentindo? Por que realmente comprei?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando você está se sentindo triste ou estressado, é comum fazer uma compra para “compensar” a dificuldade que está passando. Por exemplo, depois de um dia difícil do trabalho, pedir uma pizza mesmo já tendo comida em casa. Ou, quando está com a autoestima baixa, comprar algo que faça com que você se sinta mais bonito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Analise cada um desses gastos. O primeiro passo é se conhecer e entender como funciona pra você.</span></p>
<h3><b>2 &#8211; Psicologia financeira: o hábito de dizer não</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois do 1º passo, você pode descobrir que está gastando com coisas que na verdade você não precisa. Mas mais importante, você não está gastando com as coisas que você quer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se perguntar para uma pessoa o que ela gostaria de comprar com o dinheiro dela, geralmente as respostas iria incluir viagens, estudos, um automóvel ou outro sonho. Mas na verdade, poucas pessoas de fato gastam seu dinheiro com essas coisas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande maioria </span><a href="https://blog.easycredito.com.br/2020/05/12/8-dicas-para-o-controle-das-despesas-do-dia-a-dia/"><span style="font-weight: 400;">gasta com pequenas coisas no dia a dia</span></a><span style="font-weight: 400;"> e que acabam impedindo que grandes planos se realizem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, a psicologia financeira inclui aprender a dizer não. Isso não quer dizer que você deve se privar de todos os prazeres. Você pode reservar uma parte pequena do seu orçamento para esses gastos mais emocionais. Mas saiba dizer não, quando começar a comprometer suas metas financeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se: o prazer e o alívio que você pode sentir, ao viajar no final do ano será muito maior do que o de comprar mais uma roupa a qual não precisa.</span></p>
<h3><b>3 &#8211; Psicologia financeira: o poder associado ao dinheiro</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, a maioria das nossas compras são puramente emocionais. Fazemos compras para nos sentir poderosos, amados, admirados, ter um status dentro do nosso grupo. Entender esse comportamento, biológico e evolutivo, é importante para controlar melhor nossos impulsos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre pergunte qual é a razão por trás da compra e poderá avaliar se realmente comprar é a melhor maneira de alcançar aquele objetivo. Muitas vezes, você poderá ser visto com mais respeito e carinho, se alterar sua postura, sua fala e suas atitudes. Os bens materiais mantêm influência na percepção das pessoas sobre nós e também a nossa percepção sobre nós mesmos. Mas eles não são nem de longe o principal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nunca caia na armadilha de “aparecer antes de ter”. O seu valor independe da quantidade de dinheiro que você ganha e dos bens que ostenta.</span></p>
<h3><b>4 &#8211; A bola de neve das dívidas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas têm uma dificuldade tão grande para controlar suas finanças que isso se torna um problema crônico em suas vidas. Nesses casos, entender os componentes emocionais e psicológicos que estão por trás disso é ainda mais importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos aspectos importantes é a negação e a fuga da realidade. Quando a pessoa se recusa a olhar para suas dívidas, a cortar gastos e continua agindo como se não houvesse amanhã, na verdade ela está com um medo profundo de não conseguir resolver seus problemas. Então simplesmente finge que eles não existem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com ajuda profissional, essas pessoas podem encarar de frente esse medo e aos poucos se livrando da compulsão. </span></p>
<h3><b>5 &#8211; Psicologia financeira: autorresponsabilidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro aspecto importante para melhorar a maneira de lidar com o dinheiro é a autorresponsabilidade. Existem muitos casos em que o dinheiro é insuficiente até mesmo para o básico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas na grande maioria, o que acontece é uma falta de organização, foco e disciplina. Existem pessoas que ganham pouco e conseguem fazer muito mais do que outras que ganham bem, pois conhecem suas finanças, se planejam e mantêm seu foco em seus objetivos a médio e longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acreditar que ganhar mais não irá resolver todos os problemas, porque provavelmente seus gastos também vão aumentar. Colocar a culpa dos seus problemas financeiros no seu salário, na inflação, nas propagandas, muito menos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais que seja difícil, a autorresponsabilidade te dará o controle total de suas próprias finanças. O que é ótimo, porque muitas pessoas sentem que não são donas do seu próprio dinheiro e vivem para pagar contas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao pegar a responsabilidade para si mesmo e decidir para onde o seu dinheiro vai, você avança no seu desenvolvimento pessoal e na sua organização financeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para você, como anda a sua psicologia financeira?</span></p>
<p>O post <a href="https://www.supersim.com.br/blog/psicologia-financeira/">Psicologia financeira: conheça suas necessidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.supersim.com.br">SuperSim</a>.</p>
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